Dez arquiteturas de página diferentes, uma por especialidade. Cada conceito entra pela pergunta que o paciente daquela especialidade faz: a queixa que ele vê no espelho, a idade do filho, a fase da vida, a região que dói. Servem para você ver o repertório antes de contratar.
O paciente entra pela queixa que vê no espelho. O índice de seis queixas troca a prancha fixa ao lado e a página fecha na ficha técnica da responsável.
O wordmark atravessa a foto e a página vira dossiê: tabela de procedimentos com regime e anestesia, seguimento de 365 dias e o painel das perguntas da anamnese.
A régua das seis fases fixa no topo navega a página inteira, da adolescência ao climatério. Fecha em vinho profundo, com a consulta de 60 minutos dividida em três momentos.
O hero empilha os números da estrutura em hairlines e o roteiro das 8h às 11h30 desce ligado por um traçado de eletrocardiograma. Os exames aparecem por sistema.
O H1 é uma carta de acuidade centrada, com as frações no trilho lateral, e a faixa navy logo abaixo responde a pergunta. A tabela compara técnicas por indicação, nunca clínicas.
A entrada é pelo esporte que você quer voltar a praticar. A figura anatômica marca onde dói enquanto você rola, e o dado da condição fecha em faixa laranja de largura total.
O hero divide a tela entre primeira infância e adolescência. A régua de idades corre na horizontal e cada faixa traz a consulta, o ritmo e quem atende.
A barra de agendamento é o próprio hero: tratamento, período e WhatsApp na primeira dobra. Os tratamentos ocupam um bento e a tecnologia abre em painéis.
Abre em cena escura e mostra os 90 minutos desenhados em escala de tempo. O paciente entra pelo que sente e a página termina numa carta assinada pelo médico.
Um bento de areia abre a página e a faixa de marcadores laboratoriais corre atrás do card da consulta de 120 minutos, que aparece minuto a minuto.